A autuação pela prefeitura da Paróquia de Santana do Rio Vermelho por poluição sonora, devido aos badalos do sino da igreja, deixou a Arquidiocese de Salvador preocupada com a ação da administração municipal, cujo prefeito, João Henrique Carneiro (PMDB), é evangélico. A Cúria vê sinais de “intolerância religiosa” no episódio. O cardeal-arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo, preferiu não comentar o assunto nesta sexta-feira, 12, mas informou, pela assessoria, que irá se manifestar oficialmente no domingo, na missa do Encontro Nacional do Terço dos Homens, no Estádio de Pituaçu, às 11 horas.
A Igreja de Santana do Rio Vermelho é cercada por bares que funcionam à noite com música ao vivo e mecânica no bairro conhecido pela boemia. No entanto, em vez de fiscalizar os estabelecimentos comerciais, os agentes de prevenção à poluição sonora da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) resolveram realizar “monitoramento”, nesta sexta, na igreja, para medir o volume do som produzido pelo sino e o som que sai das cornetas instaladas na torre da igreja.
De acordo com os agentes da Gerência de Fiscalização e Prevenção à Poluição Sonora (Gefip), cada badalada chegou a 84.6 decibéis, a uma distância de aproximadamente 3 metros da fonte, volume acima do permitido pela legislação da capital.
fonte/atarde online
isso é uma insolência religiosa!!
ResponderExcluirquando não se tinha radio e nem TV a sino da Igreja avisava a população dos acontecimentos, mesmo os não religiosos!!
hoje a com a "revolução tecnologica" deicha-se de lado a matéria-prima de tudo!!
as pessoas perderam o respeito ao Sagrado